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As Zonas C, D e E criam bairros piloto de baixo teor de carbono, construindo um lago interior de lazer mediante a integração com a linha costeira do Norte da Taipa



As Zonas C, D e E criam bairros piloto de baixo teor de carbono, construindo um lago interior de lazer mediante a integração com a linha costeira do Norte da Taipa

As Zonas C e D localizam-se a Norte da ilha da Taipa e a Zona E a Nordeste da ilha. O ponto extremo da Zona E é um portal marítimo da cidade e está contíguo às grandes infra-estruturas de transportes. A equipa de investigação atribui para estas zonas as funções de “zonas piloto de baixo teor de carbono”, “corredor verde costeiro” e “centro modal de transportes”. Propõe que as Zonas C e D sejam definidas como zonas piloto de baixo teor de carbono com conjunto completo de instalações públicas, promovendo a deslocação pedonal e a utilização de bicicletas. A Zona E serve principalmente como centro modal de transportes.

Localizadas a Norte da ilha da Taipa, as Zonas C e D estarão separadas da ilha por um canal de cerca de cem metros de largura e são contíguas ao canal de Shizimen, tendo respectivamente cerca de 33 e 59 hectares. Localizada a Nordeste da ilha da Taipa, a Zona E é dividida pelas por Zonas E1 e E2. A Zona E1 está junto do Terminal Marítimo do Pac On em construção e o Parque Industrial de Pac On enquanto a Zona E2 está próxima do Aeroporto Internacional de Macau. As Zonas E1 e E2 têm respectivamente cerca de 53 e 20 hectares.

Como resultado da análise, a equipa de investigação define as Zonas C, D e E como “zonas piloto de baixo teor de carbono”, “corredor verde costeiro” e “centro modal de transportes”. Propõe dois anteprojectos, sendo o anteprojecto I com uma capacidade de carga populacional planeada de cerca de 40 mil habitantes e uma densidade populacional aproximada de 24 mil pessoas/km², proporcionará cerca de 13 mil fracções habitacionais. O anteprojecto propõe ainda a construção de um corredor verde ao longo da costa do Norte das Zonas C, D e E, dispondo de instalações públicas, espaços verdes e ciclovias. A Zona C destina-se principalmente à habitação enquanto a Zona D é uma zona mista de comércio e habitação. Predominam nas Zonas quarteirões tradicionais e uma textura urbana organicamente misturada, tendo em termos gerais um skyline relativamente plano, para salvaguardar a conexão visual entre a colina e o mar. Na disposição do trânsito, existem principalmente um espaço de lazer e um passeio ao longo da costa do Norte no sentido Leste-Oeste assim como um sistema de mobilidade lenta em todos os bairros, levando em consideração as necessidades das deslocações e de lazer dos cidadãos. A linha circular do Norte da Taipa do metro ligeiro vai atravessar as Zonas D e E1 a partir da quarta passagem e no sentido Oeste, tendo três paragens. Os espaços subterrâneos ao longo da linha terão funções complexas, os quais serão desenvolvidos como instalações de trânsito convenientes e diversificadas.

O anteprojecto II prevê uma capacidade de carga populacional planeada de cerca de 67 mil habitantes e uma densidade populacional aproximada de 41 mil pessoas/km², proporcionará cerca de 22 mil fracções habitacionais. Segundo o plano, sendo o núcleo a zona que medeia as novas zonas urbanas e o Norte da Taipa, é criado um lago interior de lazer e a partir daí são dispostos nove aglomerados de desenvolvimento enquanto a ligação da linha costeira do Sul e do Norte faz-se através do corredor verde. Predominam nas Zonas C e D terrenos para habitação, terrenos para utilização mista de comércio e habitação e espaços verdes ajardinados. A textura urbana é bem organizada. A cota altimétrica de construções é alta a Oeste e baixa a Leste, o que delineia um skyline desnivelado, adaptando-se ao plano do futuro Canal de Shizimen de Zhuhai, de harmonia perfeita com o desenvolvimento em termos da paisagem. O sistema de mobilidade lenta das Zonas tem como núcleo a zona do lago interior. As três Zonas ligam com a Vila da Taipa por meio de caminho pedonal e a linha circular do Norte da Taipa do metro ligeiro atravessa as Zonas C, D e E1 a partir da quarta passagem e no sentido Oeste, com um total de cinco paragens. A par disso, no extremo Norte da Zona E1, o espaço subterrâneo é destinado às infra-estruturas municipais.

Ambos os anteprojectos dispõem de instalações educativas e juvenis, de serviços sociais, desportivas, de cuidados médicos, assim como instalações municipais, serviços públicos e infra-estruturas. Além disso, têm vários pontos comuns: criar as Zonas C e D como zonas piloto de baixo teor de carbono com conjunto completo de instalações de apoio, promovendo a deslocação pedonal e utilização de bicicletas, impondo-se diferentes restrições de acesso de veículos motorizados particulares. A Zona E será um centro modal de transportes e os seus terrenos serão principalmente utilizados para finalidade mista de comércio e habitação, comércio e escritório, assim como instalações municipais e espaços ajardinados.

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Data Última de Actualização : 2020/05/25